Da mesma autora de Eleanor & Park, uma história emocionante sobre amor em suas diversas formas e o poder da literatura em momentos difíceis, agora em uma nova edição. Cath é fã de Simon Snow, uma série de livros que faz sucesso no mundo todo sobre um garoto feiticeiro. Mergulhar nessas histórias foi a única maneira que ela encontrou de lidar, junto com sua irmã gêmea, Wren, com a partida da mãe quando eram crianças. Desde então, a vida da garota se resume a ler, participar de fóruns sobre Simon Snow na internet, escrever fanfics, fazer cosplay dos personagens... Sempre ao lado da irmã. Mas agora Wren parece pronta para se distanciar do fandom de Simon Snow -- e da própria Cath. Afinal, ela deixou bem claro que é hora de cada uma trilhar seu próprio caminho quando avisou que não queria dividir o mesmo quarto na faculdade. Pela primeira vez, Cath se vê sozinha -- e totalmente fora de sua zona de conforto --, e com uma colega de quarto mal-humorada que tem um namorado (bem fofo) que não sai do dormitório das duas. Para completar, ela também precisa se preocupar com o pai solitário e com sua professora de escrita literária, que abomina fanfics. Será que ela vai conseguir sobreviver a tantas mudanças e começar a viver a própria vida? E será que seguir em frente significa deixar Simon Snow para trás? * Best-seller do New York Times.* Escolhido como um dos melhores livros juvenis pelo New York Times Book Review (2013).*
Uma das maiores obras da literatura jovem contemporânea em nova edição. Eleanor é nova na cidade. Com roupas inusitadas, cachos ruivos indomáveis e uma família problemática, ela sente que nunca vai conseguir se encaixar. Park senta sozinho no ônibus da escola. Sempre de camiseta preta, fones de ouvido e a cabeça enfiada num livro, acha que consegue passar despercebido. Mas não para Eleanor. Aos poucos, entre fitas cassetes gravadas, pilhas de histórias em quadrinhos e conversas até tarde da noite, Eleanor e Park se apaixonam. Narrada durante o ano letivo de 1986, essa é a história de dois jovens de dezesseis anos que, mesmo sabendo que o primeiro amor quase nunca é para sempre, têm coragem e esperança suficientes para tentar. “Eleanor & Park me lembrou não só como é ser jovem e se apaixonar por uma garota, mas como é ser jovem e se apaixonar por um livro.” — John Green, autor de A culpa é das estrelas * Best-seller do New York Times. * Livro de honra do Michael L. Printz Award (2014). * Vencedor do Boston Globe-Horn Book Award de melhor livro de ficção (2013). * Escolhido como um dos melhores livros juvenis pela Publishers Weekly (2013). * Escolhido como um dos melhores livros juvenis pelo New York Times Book Review (2013).
GEORGIE MCCOOL sabe que seu casamento está estagnado. Tem sido assim por um bom tempo. Ela ainda ama seu marido, Neal, e ele também a ama, profundamente – mas o relacionamento entre eles parece estar em segundo plano a essa altura.
Talvez sempre esteve em segundo plano.
Dois dias antes da tão planejada viagem para passar o Natal com a família do marido em Omaha, Georgie diz a ele que não poderá ir, por conta de uma proposta de trabalho irrecusável. Ela sabia que ele ficaria chateado – Neal está sempre um pouco chateado com Georgie –, mas não a ponto de fazer as malas e viajar sozinho com as crianças.
Então, quando Neal e as filhas partem para o aeroporto, ela começa a se perguntar se finalmente conseguiu. Se finalmente arruinou tudo. Mas Georgie estava prestes a descobrir algo inacreditável: uma maneira de se comunicar com Neal no passado. Não se trata de uma viagem no tempo, não exatamente, mas ela sente como se isso fosse uma oportunidade única para consertar o seu casamento – antes mesmo de acontecer…Será que é isso mesmo o que ela deve fazer? Ou ambos estariam melhor se o seu casamento jamais tivesse acontecido?
NADA COMO TER UM CRUSH LITERÁRIO...NEAAAAAAAL BE MINE ♥
Rainbow Rowell dá um tempo no universo adolescente para nos apresentar o casal Georgie e Neal. Ambos com mais de trinta anos - casados - com duas filhas, Naomi e Alice.
"Georgie nem sabia se aquilo poderia ser chamado de discussão. Ainda.", pág: 13.
É final de 2013 e Georgie está super focada no trabalho. Ela trabalha numa emissora de televisão ao lado de seu melhor amigo Seth. Ganham uma chance de produzir uma série de comédia, mas precisam escrever um ótimo piloto, para ser aprovado. Essa chance acontece justamente no Natal, cancelando a folga de Georgie e também, a viagem que faria com Neal e as meninas.
Neal não recebe bem a notícia e decide partir sem a esposa. E ele fica sentido, tão sentido que passa ignorar as ligações dela, deixando Georgie desesperada imaginando o fim de tudo que construíram. Nessas várias tentativas de contatar o marido, Georgie acaba encontrando um antigo telefone amarelo na casa da mãe, que magicamente, direciona as ligações para o Neal de 1998, época em que eles estavam no início do relacionamento e a relação, também passava por problemas.
"Ela não devia ter tentado beijá-lo primeiro.
Não devia nunca beijar ninguém primeiro...
Georgie sempre beijava primeiro." - pág: 137.
Iniciei a leitura de Ligações com um pé atrás, em vista, da quantidade de críticas negativas que li pelo Skoob. Na verdade, ainda não entendo a quantidade delas. É um livro com relacionamento familiar em pauta, super maduro, não é um assunto chato ou desnecessário. Georgie precisa separar suas prioridades, dar valor ao que realmente importa e sim, manter a família e se sentir feliz ao lado do marido, novamente. Trás um assunto bacana e transmite uma boa mensagem. E claro, Neal...
Neal é apaixonante. No início da leitura, conhecemos o lado irritado e contido dele. Quando ele se mandou com as meninas eu pensei: Não é possível que a Rainbow vai ficar relatando o remorso dessa mulher, até o cara voltar e não ter nada sobre ele. Eis que somos presenteados com o 'Como Tudo Começou' de Georgie e Neal. Eles se conheceram na faculdade; ele fazia tirinhas que ela adorava. Georgie que tomou a iniciativa e destruía parte da timidez dele. Após casarem, Neal passou tomar conta de tudo em casa. Ele cozinha, lava, passa, arruma...e toma conta das meninas. Elas são pequenas, a Naomi - que chamam de Noomi boa parte do livro - é praticamente um bebê.
Sabe aquele personagem do Mark Ruffalo em De Repente 30? Pois é, não saia da minha cabeça enquanto eu lia sobre o Neal. Prioridades erradas, Georgie, bem erradas.
Cada vez ganhando gelo de Neal, Georgie, dáuma de desesperada ligando para o marido dias e noites. Nesse tempo, ela praticamente se muda para casa da mãe que mora com a irmã e o padrasto.E mais os pugs. A mãe de Georgie é obcecada pelos pugs. Adoro essas coisas peculiares nos livros da Rainbow.
E fica claro que a protagonista precisa de uma reconexão com a família em geral, além de suas filhas e o marido.
"As coisas não ficaram ruins entre Georgie e Neal. As coisas eram sempre ruins - e sempre boas. O casamento era como um conjunto de balanças constantemente se equilibrando. E então, em algum ponto quando nenhum dos dois estava prestando atenção, eles deixaram o lado ruim sobressair tanto que acabaram ficando lá. E agora só uma quantidade imensa de bom os levaria de volta. Uma quantidade impossível de bom." - pág: 222.
Foi uma bela surpresa e tive impressão que Ligações, é um pedido de desculpas. Nas primeiras páginas, vemos Rainbow dedicá-lo ao seu filho Kai. Então, quando o finalizei, fiquei imaginando quanta coisa que os autores devem sacrificar para escrever os livrinhos que tanto amamos. Como levar o filho pra tomar sorvete, ou sair para jantar com marido...viajar...
Mais uma vez Rainbow me conquistou. Sou apaixonada por sua narrativa fácil, apaixonante, detalhada por datas e cheia de diálogos, que me deixam super íntima dos personagens. Dificilmente, o leitor não irá se sentir num daqueles filmes natalinos no estilo 'A Felicidade Não se Compra' [oops ela se chama Georgie e ele George!] ou 'Um Conto de Natal'.
Não iniciem a leitura acreditando que vão descobrir algo mirabolante sobre como Georgie se conecta com o marido antes de ser marido...Iniciem acreditando que uma boa mensagem será transmitida.
Mais uma vez o trabalho da editora com os livros da Rainbow, está maravilhoso, focando na edição original.
Confiram a versão em vídeo, onde também comentei sobre Fangirl.
Autora: Rainbow Rowell
Título Original: Landline
Origem: Literatura Americana
Editora: Novo Século
Tradução: Caio Pereira
ISBN: 9788542804812
Publicação: 2015
Páginas: 304 Série: Não
O Que Tem?: Casal 30, Natal, Problemas Conjugais, Passado-Presente
De Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Bem vindos ao blog Canto Cultzíneo, antigo blog Obsession Valley, criado em Fevereiro de 2011, com intuito de compartilhar opiniões sobre livros, filmes, séries e outras coisitas. Quer saber mais? Clique Aqui.
NÃO REPRODUZA NENHUM TEXTO DESSE BLOG SEM AUTORIZAÇÃO OU CRÉDITOS.